Universo e acaso



Neste artigo vamos nos ater a discussão sobre a origem do Universo. Vamos admitir como premissa que o Universo é uma realidade objetiva, ao menos para nós, os seres vivos. Caso não fosse não estaríamos aqui a discutir sobre a sua realidade, ou por outro lado simplesmente não existimos e, portanto não há discussão alguma e quem lê estaria diante de uma irrealidade, aliás o próprio leitor seria uma irrealidade. Todavia sabe-se que há uma realidade objetiva e um simples experimento pode confirmá-la basta apenas fazer uma interação física com o polo vivo da rede elétrica.
Possibilidades do surgimento do Universo
Desde a muito se descarta a possibilidade do Universo ser infinito, ou seja, que sempre tenha existido, uma vez que do ponto de vista da física moderna isto é impossível. Nos ateremos às possibilidades remanescentes que poderiam dar origem ao Universo, de acordo com a opção de que haja ou não um agente criador; que haja uma causa ou sua origem seja obra do acaso. Neste paradigma há, pelo menos, três possibilidades:
  1. que o universo tenha aparecido por acaso, ou seja não houve causa alguma para o seu surgimento ou, por outro lado que a causa da sua existência foi o acaso.
  2. que o universo é a materialização resultante do colapsamento de potencialidades por influencia de um observador. essa possibilidade liga-se ao paradigma indeterminista da mecânica quântica.
  3. que o universo tenha surgido por meio de uma causa que se reflete nas propriedades e organização observada em suas leis.
Possibilidade do acaso
Admitir que o universo tenha surgido por acaso significa acreditar que ele surgiu sem causa alguma que o tenha caracterizado desde o seu início ou o caracterize na sua forma atual. Ou ainda que a causa da sua existência é o acaso! Embora seja uma opção é necessário entender que antes do universo existir, pela própria definição de acaso, não havia nada que pudesse lhe dar existência, ou seja, nenhuma possibilidade ou probabilidade que viesse a existir.
Nesse caso a única explicação para justificar a hipótese seria admitir a ocorrência de um evento altamente místico, sem que houvesse um mágico para provocá-lo, independente do tempo que dá origem mágica ao Universo, o que certamente fugiria completamente dos objetivos dos adeptos do acaso. De qualquer forma a explicação, mesmo esta da magia requer tanto o uso da razão como do mágico, logo supondo-se uma causa para a origem do Universo. Antes de assumir qualquer explicação deve-se considerar que acaso implica na falta total de causa, portanto acaso nunca será uma causa!
Por outro lado, em se tratando de acaso, no caso especial da origem do Universo, mesmo que não se saiba e nem se considere, alguém possa admitir que o acaso será sim uma entre outras possibilidades do surgimento do Universo, ou uma das probabilidades que o evento tenha ocorrido. A questão então gera ao menos duas perguntas:
  1. Como poderemos considerar sequer uma possibilidade onde não havia absolutamente nada?
  2. Ou então como poderemos explicar a ocorrência de um evento com base na afirmação de que não houve razão alguma para acontecer?
Reformulando a pergunta II, a questão que surge quando se admite que o Universo tenha surgido por acaso é:
Como explicar racionalmente o surgimento de algo para o qual não houve razão alguma para que viesse surgir, mas surgiu?
Sim porque qualquer explicação que se queira dar implica o uso da razão, e se alguém quer ainda manter essa ideia deve também responder, se há alguma razão para algo surgir por acaso e que razão seria essa! Nesse caso o surgimento do universo por acaso é descartado como sendo uma falácia, ou seja, nisto se resume o absurdo: utiliza-se da razão para justificar um evento que não tem razão alguma para acontecer!
Uma aparente solução seria não utilizar de forma alguma a razão para explicar o Universo caso tenha surgido por acaso, o que constitui em si uma contradição, pois uso da razão para propor a hipótese de que não há razão alguma que justifique um evento que tenha ocorrido.
Nenhum tipo de razão tem meios de explicar o acaso, senão no caso de afirmar que a única forma de discutir o surgimento de algo por acaso é que não há razão alguma para ter surgido. O acaso faz parte, se é que ocorra, de um conjunto finito de possibilidades dentro de um limitado ambiente de análise, e sob estas condições seria apenas mais uma possibilidade dentro do Universo já formado, pois antes do seu início, segundo critérios estabelecidos pelo próprio acaso, não havia possibilidade alguma.
Nesse paradigma casual o surgimento do universo não admite razão alguma para que tenha surgido, mas essa afirmação é feita pela razão, porque afinal os que defendem a ideia de acaso a defendem por uma ou várias razões.
Os limites do acaso; ambiente de análise
Muitos estudantes confundem-se ao considerar o acaso como uma identidade absoluta, de abrangência ilimitada e independente das demais possibilidades, quando de fato a experiência científica diz que o acaso, ou o conceito de acaso está relacionado com o todo como qualquer outra possibilidade e restrito a um ambiente de análise. Portanto, a definição de um evento como promovido pelo acaso está preso à noção de extensão do ambiente de análise. O que isso significa? Significa que alguém ao considerar o ambiente da ocorrência de um evento limita o ambiente a certa região, seja real ou imaginária e um ponto de partida admitido arbitrariamente. Por exemplo, tentemos responder a pergunta:
Existe a possibilidade do planeta Terra ser atingido por um meteoro por acaso?
A resposta do senso comum seria que sim. Mas qual seria a resposta baseada no estudo metódico? Seria que não, pois de fato nenhum evento deste tipo poderá ocorrer por acaso. Mas porque o senso comum diria que sim?
  1. porque, pelo senso comum, o conceito de acaso é da ocorrência de um evento imprevisível!
  2. porque ao considerar o choque o senso comum não leva em conta a extensão do ambiente, o ponto de onde ele partiu, os efeitos da força da gravitação universal sobre o corpo durante a sua trajetória que causou o seu desvio em direção ao planeta, a posição do planeta quando ocorreu o evento causador, a velocidade de ambos os corpos e as prováveis curvas que foi forçado a traçar devido as perturbações no espaço tempo.
Considerando-se todas as condições e variáveis envolvidas, num evento qualquer, conclui-se que acaso não existe de fato, mas é uma abstração criada pelo cérebro diante da incapacidade em resolver um fato surpreendente por ausência de dados. Isso de fato é uma maneira de racionalizar o evento, ou seja racionalizar o acaso! Estas variáveis são de fácil compreensão quando estende-se os limites de observação do objeto e se consideram todas as possibilidades de trajeto que culminariam no evento. Alguém diria que prever de variáveis nesses casos é impossível, não sem razão, porém apenas operacionalmente, mas mesmo assim a dificuldade em enumerar todas as variáveis envolvidas num evento não implica em admitir o acaso.
O acaso e a física quântica
Um estudante levantaria uma questão quanto ao que foi exposto no parágrafo anterior argumentando que talvez a "incerteza em definir" que um evento tal como o citado ocorra ao acaso, se deva a que todas as variáveis e condições foram consideradas sob o paradigma da escola clássica. Por isso, não apenas leigos ou estudantes iniciantes na matéria alegam que o fenômeno ocorrido no nível quântico pode ser ocasionado pelo acaso e mais ainda que por isso é impossível prever-se o local de certo tipo de fenômeno.
Antes de citar o argumento é necessário esclarecer que a principal diferença entre a física quântica e a escola clássica é de abordagem, pois a física clássica é uma extensão da física quântica, e consiste em que no paradigma clássico observamos a matéria sinteticamente enquanto no quântico a observamos analiticamente. Do ponto de vista clássico sabemos como e quando um fenômeno irá ocorrer porque estabelecemos limites para toda extensão do objeto sujeito ao experimento, a sua posição e localização, e assim ele possui apenas um caráter corpuscular sendo, dentro deste experimento, sob o ponto de vista clássico, uma única partícula! Mas não é. Na mecânica quântica vemos as partes de um corpo e pretendemos analisar estas partes, e não sabemos senão de probabilidades da localização onde ocorrerá o fenômeno dentro deste conjunto, que é um ambiente de análise. Veja a probabilidade pela natureza da matéria naquele nível e não o acaso, há aí uma grande diferença porque sabe-se que ocorrerá naquela extensão. Neste caso ainda podemos falar de limites, mas o que é mais importante é que o fenômeno tenha partido de qualquer lugar da amostra e isso tem uma razão de ser, ou seja foi provocado por alguma propriedade da matéria sobre o conjunto. Então na mecânica quântica tratamos a matéria isolando a partícula do conjunto e as leis internas de interação, mais importantes deste conjunto, são de caráter eletro magnético, e embora saibamos que essas influências estão no conjunto e certamente causarão o efeito previsto sabemos e definimos com precisão a probabilidade de onde o fenômeno físico se manifestará. É exatamente isso o que acontece num corpo como um meteoro, pois sendo composto de grande número de partículas, não sabemos em que ponto do corpo se deu, mas se deu precisamente em algum lugar do corpo, a maior probabilidade é que tenha sido no seu centro de massa e isso é tido para efeito de cálculos como a única hipótese possível. É isso exatamente o que fazemos, ou seja, a probabilidade de que o fenômeno ocorra é sempre no conjunto de todas as partículas que compõe o corpo a diferença é que aqui, por meio de síntese, vemos todo conjunto como uma única partícula, mas isso é apenas ilusão dos nossos sentidos. É isso que disse Hawking que na mecânica quântica, a incerteza sobre a ocorrência de um evento é de cinquenta por cento, ou seja é possível ter certeza ao menos da metade. Para que se tenha uma ideia, por menor que seja essa porcentagem, desde que não seja nula, o acaso sempre será uma falácia, pois o acaso depende de que essa porcentagem seja nula!
Argumentos utilizados para justificar o acaso
O texto abaixo é um argumento típico que pretende relacionar a física quântica e o acaso. Escreve o comentarista:
Para fenômenos microscópicos a situação é radicalmente diferente; aí imperam estados de comportamento bizarro (!) e que obedecem somente o acaso (?). São fenômenos aleatórios objetivos (ou seja, o acaso absoluto), como o pulo de um elétron de um nível energético para outro sem passar por estágios intermediários”
Antes de analisar o comentário é necessário conhecer um pouco do que ocorre com o elétron na eletrosfera de um átomo, ou seja a região de ação dos elétrons que é mais precisamente um nível de energia. Para isso a região é dividida em até (7) camadas ou níveis energéticos, vide figura.
Para efeito de estudo se pretende representar, por meio de elípses um átomo com as possíveis camadas ou níveis de valência onde se situariam os elétrons caso o átomo, por uma razão nuclear, os possa suportar. Essa representação não corresponde com a aparência real dos orbitais, mas é adequada para os objetivos de estudo. Estes níveis são representados pelas letras K, L, M, N, O, P, Q e os números (n) abaixo de cada letra representam o número de elétrons possíveis em cada nível. Estes se subdividem em (n/2) orbitais, pois em cada orbital são permitidos no máximo apenas dois elétrons.
Para cada um dos níveis da eletrosfera existe um número de orbitais onde se instalam os elétrons cada um de acordo com sua energia e com a propriedade conhecida como spin. Evidentemente o real número de níveis depende do núcleo atômico, que define o número de elétrons possíveis na eletrosfera, por isso nem todos os átomos terão o número de níveis previsto. O que ocorre na instalação dos elétrons no orbital é que são permitidos apenas dois em cada orbital e os respectivos spin devem ser diferentes. De acordo com esta regra determinado elétron somente ocupará lugar em determinado orbital se houver vaga e se for de spin diferente do outro, caso já haja algum elétron no orbital o que acontece, pois o spin será ajustado automaticamente. Outra propriedade dos átomos informa que os elétrons se dispõe na eletrosfera de acordo com sua energia de estado fundamental em órbitas elípticas estacionárias, ou seja, em níveis localizados.
Como então um elétron pode saltar de um nível energético para outro de maior energia?
É simples, basta que ele receba energia a partir de alguma fonte existente, seja por meio de luz, calor ou de ondas eletromagnéticas. No exemplo abaixo, usando uma lanterna, que bombardeando um átomo, adiciona a energia de um fóton ao elétron.
Esta energia será emitida e absorvida em quantidades discretas. À unidade de medida desta quantidade dá-se o nome de quanta. De acordo com esse conceito a energia somente pode ser transferida em pacotes de energia que são múltiplos do quanta descrito  pelo produto hv. O valor básico de energia para qualquer sistema quântico é dado pela constante de Plank simbolizada pela letra h. É importante saber que ao receber a energia adicional esta não é incorporada, apenas fica saturado, porque a energia deste elétron corresponde ao nível em que ele se estabiliza reemitindo esta energia de volta ao ambiente após certo tempo estabilizando-se novamente no nível energético em que se encontrava. Por esta propriedade entendemos que há elétrons com níveis diferenciados de energia, ou seja, múltiplos do quanta. Por que então um elétron não poderia absorver pacotes de energia de forma que viesse saltar a níveis não contíguos, e pela mesma razão não visse também retornar ao nível energético após emitir a energia sobressalente?
Por outro lado, deve-se considerar, nesta equação, que a devolução da energia adicional também sofre influencia dos demais átomos do conjunto que estejam nas vizinhanças. Além do que, no Universo, nenhum átomo está isolado senão rodeado de muitos outros de maneira tal que, na nuvem, elétrons instalados nos níveis de mais alta energia são compartilhados entre átomos vizinhos. De qualquer forma, todo fenômeno que ocorre neste meio depende das interações do conjunto o que corresponde, neste caso especial, à extensão dos limites de análise.
É óbvio que, caso não se considere todas as variáveis envolvidas num evento é provável que algumas ocorrências ficarão sem explicação e perguntas sem respostas sendo por isso atribuídas ao acaso. Por exemplo, o estudo feito sobre um átomo isoladamente não refletirá a realidade porque não há na natureza átomos isolados.
Então se viu que o elétron salta para o nível adequado de acordo com a energia recebida, e como o elétron tende a estabilizar sua energia e o salto energético foi provocado pelo acréscimo de energia então reemite a energia excedente de volta ao ambiente e volta para o nível em que se estabiliza, pois é isso que acontece nessas interações.
O fato de voltar ao seu nível de estabilidade sem passar por estágios intermediários também não representa mistério algum, pois é isso mesmo que deveria acontecer porque a diferença de energia é reemitida para o ambiente ficando apenas a energia correspondente ao nível que ocupava. É isto que a teoria quântica prevê; há uma razão bem definida para que isso ocorra, e portanto aí não há nada que implique em acaso.
Então como se vê não há nada aí que seja imprevisível e muito menos obra do acaso, mas há razões bem definidas para que o fenômeno aconteça. O fato de não ser possível determinar o instante do salto também não tem fundamento, pois depende das interações que o elétron ou elétrons estão sujeitos por influência do ambiente em que se encontra. De fato todas as interações relativas a saltos de nível devido absorção de energia fotônica e o retorno ao nível estável pela emissão da energia sobressalente devido absorção, são probabilisticamente previsíveis e se dão onde se espera. Mas além de toda essa explicação poderíamos ainda pensar que pela lei da incerteza, na mecânica quântica, existe um determinismo de cinquenta por cento em todo fenômeno, ou seja, na mecânica quântica é possível saber pelo menos a metade sobre um evento, afirmações estas assinadas por nada menos que o maior cientista contemporâneo Stephen Hawking; repetindo, o acaso somente existiria se essa porcentagem fosse nula.
O paradigma indeterminista da mecânica quântica
Dos estudos que deram origem à mecânica quântica a conclusão mais importante foi a que gerou o conceito do indeterminismo proposto por Niels Bohr e que ficou conhecido como o paradigma indeterminista da escola de Copenhague, a cidade onde Bohr habitava. Se este paradigma reflete a realidade do Universo, ou seja, estiver correto, então para que o Universo tenha se tornado uma realidade objetiva, foi necessária a presença de um observador pré existente externo ao Universo que, através da tomada de consciência das suas potencialidades de vir a ser, provocou o colapsamento destas potencialidades originando o Universo como a realidade objetiva dentro da qual estamos discutindo essa possibilidade.
Esta é apenas uma das possibilidades que, porém representa uma hipótese científica a ser considerada e que surtiria os efeitos tais como os observados atualmente. Contudo, de acordo com este paradigma a causalidade é quase totalmente refutada e a verdade objetiva não existe, mas não existe antes da tomada de consciência da potencialidade, pois implica na necessidade de uma ação do observador, então resta uma única e fundamental causa observacional sem a qual as potencialidades do vir a ser não se materializariam no Universo!
A visão racional e determinista da mecânica quântica.
Se o paradigma indeterminista não estiver correto, então o Universo se tornou uma realidade objetiva, a partir do nada, por meio de uma causa bem definida o que também implica um agente. Portanto, vemos que, com base em nossos conhecimentos da natureza do Universo, não há possibilidade alguma que possa eliminar da criação o que ou quem teria dado origem ao Universo.
Ainda restam duas perguntas: Como compreender a partir daí como chegamos a este grau de inteligência, consciência e compreensão dos fundamentos do Universo e da vida aqui presente? Sim porque todas as propriedades que compõem a essência dos seres vivos, principalmente a nossa, são sub produto das propriedades do que ou de quem converteu as potencialidades primordiais na realidade objetiva e suas ocorrências reais das quais somos protagonistas. Enquanto aderia a filosofia ateísta me vi conduzido a este paradigma do Universo gerado por um observador pré existente, pois se a ciência que venho estudando por toda minha vida é confiável, não há outra saída.
Concluindo
É fácil verificar que o acaso, como algo mal entendido é descartado completamente de uma teoria científica sobre a origem do Universo, seja pela definição como por sua relação com o todo já formado em que representa apenas mais uma das possibilidades de ocorrência de um evento interno, com o agravante que, no caso do início do Universo, carece de um complemento místico, mais especificamente de magia. As duas outras possibilidades restantes reduzem o evento do Universo à necessidade de um agente que lhe de status de realidade objetiva, a saber: No caso do colapsamento de potencialidades, um observador pré existente, No caso da criação ex nihilo, ou seja, a partir do nada, um agente criador. Portanto, não haveria outra possibilidade que pudesse eliminar o que ou quem teria dado origem ao Universo.
Pequeno exercício de lógica sobre o Universo surgiu por acaso
Porque atribuir a origem do Universo ao acaso é um sofisma, ou seja, um raciocínio errado com aparência de certo? O que invalida esse raciocínio é se valer da razão para afirmar que algo não tem razão alguma para acontecer. Sim é isso mesmo e se alguém pesar essa afirmação verá que se encontra a existência de algo na sua negativa, ou seja, não se pode reunir provas de que algo não exista e essa condição por si implica que, se algo produz raciocínio de que não pode existir, mas que não possui as provas, então por estas provas, o que se pretende negar a existência existe! Por exemplo quero provar que algo não existe. A pergunta seria: qual é o algo que você quer provar que não existe? Eu digo algo! Então trato como real algo que desejo provar que realmente não existe! Por isso é que atribuir o início do Universo ao acaso é uma falácia!


Postado por Talmid Katan

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